O que a proposta faz
O projeto cria uma política nacional de atenção à saúde do homem dentro do SUS (Sistema Único de Saúde, o sistema público de saúde do país). Ela trata de dois problemas: a deficiência androgênica do envelhecimento masculino (DAEM, queda da testosterona, principal hormônio masculino, com a idade, também chamada de hipogonadismo) e a disfunção erétil (dificuldade de alcançar ou manter uma ereção). A política prevê ações de prevenção, orientação, diagnóstico e tratamento, além de campanhas de informação. Segundo o autor, muitos homens não sabem que existe tratamento de reposição hormonal, e a proposta busca incentivar o cuidado constante com a saúde masculina. A proposta complementa as ações que o SUS já faz.
O que muda na prática
- Passa a existir uma política nacional de atenção à saúde do homem dentro do SUS, voltada à DAEM e à disfunção erétil.
- O Ministério da Saúde deve fazer campanhas publicitárias com informações sobre os principais temas da saúde do homem, em exibições periódicas.
- Usuários do SUS com diagnóstico de DAEM passam a ter acesso gratuito à reposição de testosterona e aos exames necessários.
- Usuários do SUS com disfunção erétil ou doença de Peyronie (problema que afeta o pênis) passam a ter acesso gratuito a remédios e cirurgia.