O que a proposta faz
O projeto quer mudar a forma como a obesidade é diagnosticada quando a pessoa precisa de políticas e serviços públicos de saúde. O IMC (Índice de Massa Corporal), que relaciona altura e peso, é o método conhecido e considerado consagrado para classificar a obesidade. Segundo o autor, esse cálculo pode ser impreciso em pessoas muito altas ou baixas, idosas e musculosas, porque não separa massa muscular de gordura nem leva em conta fatores metabólicos individuais. Pelo texto, o diagnóstico deverá considerar, além do IMC, critérios como a medição da gordura corporal, a medida da cintura, exames de sangue e o histórico clínico da pessoa. O projeto também determina que o SUS (Sistema Único de Saúde) adote protocolos com esses critérios e que os profissionais de saúde sejam capacitados e atualizados periodicamente.
O que muda na prática
- O diagnóstico de obesidade para acesso a serviços públicos de saúde passa a considerar critérios além do IMC, como gordura corporal, cintura, exames e histórico clínico.
- O SUS deverá adotar protocolos com esses critérios para diagnosticar e tratar a obesidade.
- Profissionais de saúde deverão receber capacitação e atualização periódicas para aplicar esses procedimentos.
- O Poder Executivo de todos os níveis de governo deverá fazer campanhas para esclarecer a população sobre os critérios de diagnóstico e os riscos da obesidade.