O que a proposta faz
O projeto obriga os prédios públicos federais a terem sistemas de orientação para ajudar pessoas com deficiência, pessoas idosas e outras com dificuldade de locomoção a se localizar sozinhas. Hoje, segundo o autor, a acessibilidade desses prédios se concentra em barreiras físicas, como rampas e elevadores, e muitas pessoas precisam de ajuda para achar uma sala ou um guichê. A proposta prevê sinalização por proximidade, feita com pequenos aparelhos (chamados beacons) que emitem sinais por Bluetooth (tecnologia de comunicação sem fio de curta distância) e são captados pelo celular. Essa sinalização se integra a aplicativos que dão localização, audiodescrição (narração em voz do ambiente) e rotas acessíveis em tempo real. A realidade aumentada (imagens virtuais sobrepostas ao ambiente real na tela do celular) poderia ser usada de forma complementar, para pessoas com baixa visão ou dificuldades cognitivas. Segundo o autor, a medida amplia a autonomia dessas pessoas e reduz a dependência de terceiros.
O que muda na prática
- Edifícios públicos federais passam a ter de oferecer soluções tecnológicas de orientação espacial e acessibilidade digital.
- A sinalização deve funcionar com sensores de proximidade ou radiofrequência, ligados a aplicativos no celular, com localização, audiodescrição e rotas em tempo real.