O que a proposta faz
O projeto cria um programa nacional para localizar pessoas que faltaram a consultas, exames, procedimentos diagnósticos ou tratamentos já marcados no SUS (Sistema Único de Saúde, o sistema público de saúde). A ideia é entrar em contato com essas pessoas, ajudá-las a remarcar e acompanhar a continuidade do cuidado. Hoje, quando alguém falta, a vaga muitas vezes fica parada e o paciente pode ficar sem o atendimento. Segundo o autor, a proposta busca reduzir as faltas, evitar o desperdício de vagas e recursos e diminuir as filas. Pacientes com câncer, pessoas com deficiência, idosos e gestantes de alto risco devem ser prioridade. O texto deixa claro que a implementação depende do orçamento disponível e pode usar sistemas que já existem.
O que muda na prática
- O SUS passa a ter um programa nacional para buscar pacientes que faltaram a consultas, exames e procedimentos marcados.
- As equipes podem entrar em contato por meios digitais, telefone ou presencialmente para orientar sobre remarcação.
- Pacientes oncológicos, pessoas com deficiência, pessoas com doenças raras, idosos, gestantes de alto risco e pacientes com doenças crônicas devem ser priorizados.
- A União pode firmar convênios e parcerias com estados, municípios, hospitais, universidades e organizações da sociedade civil.
- Os dados dos pacientes devem seguir a lei de proteção de dados pessoais e o sigilo das informações de saúde.