O que a proposta faz
O projeto cria a Política Nacional de Atenção Integral à Pessoa com Fibromialgia, um conjunto de ações do governo para quem tem essa doença crônica, que causa dor muscular espalhada pelo corpo, cansaço constante e problemas de sono. O objetivo é melhorar o diagnóstico precoce, o tratamento, a reabilitação e a inclusão social e no trabalho dessas pessoas. Pelo texto, o atendimento deve ser feito pelo SUS (Sistema Único de Saúde) e envolver diferentes profissionais, como médicos, fisioterapeutas, psicólogos e nutricionistas, conforme a necessidade de cada paciente. O projeto também prevê campanhas para informar a população e combater o preconceito. Segundo o autor, os sintomas costumam ser confundidos com outras doenças, o que atrasa o diagnóstico e o tratamento adequado.
O que muda na prática
- Passa a existir uma política nacional específica para o atendimento de pessoas com fibromialgia.
- O SUS passa a prever acompanhamento com equipe de vários profissionais de saúde, conforme a indicação clínica de cada paciente.
- Profissionais de saúde, especialmente da atenção primária (postos e unidades básicas de saúde), são incentivados a receber capacitação permanente para reconhecer a doença.
- O governo poderá fazer campanhas educativas sobre os sintomas, o diagnóstico precoce e os tratamentos disponíveis.
- A implementação depende das disponibilidades orçamentárias e financeiras dos órgãos competentes.