O que a proposta faz
O projeto cria regras gerais de segurança para os profissionais que acompanham exercícios de alto impacto, ou seja, atividades com saltos, movimentos repetitivos ou esforços que aumentam o risco de lesões nos músculos e articulações e de problemas no coração e nos vasos, conforme critérios do Ministério do Esporte ou do CONFEF (Conselho Federal de Educação Física). Segundo o autor, hoje faltam parâmetros mínimos de segurança e diretrizes claras para esse trabalho, o que pode expor os praticantes a riscos evitáveis. A proposta exige que o acompanhamento seja feito por profissional de Educação Física registrado no CREF (Conselho Regional de Educação Física), sem prejuízo da atuação de médicos e fisioterapeutas dentro das suas áreas. Também prevê avaliação física prévia do aluno, supervisão contínua, orientação sobre riscos e regras para os locais de treino. Quem descumprir poderá receber advertência, multa ou ter as atividades suspensas temporariamente.
O que muda na prática
- Quem acompanha exercícios de alto impacto deve ser profissional de Educação Física registrado no CREF.
- Antes de começar, o aluno passa por avaliação de aptidão física, considerando saúde, limitações e condicionamento.
- As atividades precisam de supervisão contínua, com limite de praticantes por profissional responsável.
- Os locais de treino precisam ter infraestrutura adequada, equipamentos seguros e material básico de primeiros socorros.
- O descumprimento pode gerar advertência por escrito, multa ou suspensão temporária das atividades.