O que a proposta faz
O projeto exige capacitação específica para quem planeja, acompanha ou executa atividades esportivas voltadas a pessoas idosas, em locais públicos ou privados. Segundo a justificativa do autor, hoje não existe essa exigência, o que pode levar a práticas inadequadas e acidentes evitáveis. Pela proposta, esses profissionais precisariam ter formação compatível e registro no conselho da sua profissão, além de qualificação extra em envelhecimento, atividade física adaptada e prevenção de riscos. A carga horária mínima da capacitação será definida em regulamento. Segundo o autor, a medida busca dar mais segurança e eficácia às atividades e proteger a integridade física dos idosos.
O que muda na prática
- Quem planeja, acompanha ou executa atividades esportivas para pessoas idosas passa a precisar de capacitação específica.
- Esses profissionais devem ter formação compatível e registro no conselho da profissão (órgão que fiscaliza o exercício da atividade), além de qualificação adicional em envelhecimento, atividade física adaptada e prevenção de riscos.
- A capacitação deve incluir mudanças do corpo com a idade, limitações funcionais, adaptação de exercícios, prevenção de lesões e primeiros socorros.
- Antes de definir a atividade, o profissional deve avaliar a condição física de cada pessoa idosa para ajustar a intensidade, a duração e o tipo de exercício.