O que a proposta faz
O projeto manda que as políticas federais de ciência, tecnologia e inovação passem a considerar pesquisas sobre o envelhecimento saudável e a longevidade de cães e gatos. Hoje, esses estudos dependem de editais feitos para objetivos mais amplos, e nem sempre há menção clara à medicina veterinária. A proposta usa os instrumentos que já existem, como chamadas universais, programas de redes, bolsas e apoio a infraestrutura, sem criar nova agência ou fundo. Segundo o autor, a medida evitaria que o tema fique invisível nesses programas e ajudaria a formar redes de pesquisa e a consolidar infraestrutura especializada. O texto deixa claro que não há aprovação automática de projetos e que os critérios de mérito científico continuam valendo.
O que muda na prática
- Editais e chamadas federais de pesquisa não podem excluir um projeto só por ele tratar de cães ou gatos, quando o objeto do edital incluir medicina veterinária ou áreas próximas.
- O governo deve incluir o tema do envelhecimento animal em estratégias, agendas de prioridades e programas de pesquisa e inovação.
- Bolsas de estudo e linhas de pós-graduação em geriatria e cuidados paliativos veterinários passam a ser estimuladas.