O que a proposta faz
O projeto cria o Programa Nacional de Embaixadores Digitais da Terceira Idade, que reconhece pessoas com 60 anos ou mais como multiplicadoras de conhecimento. Elas poderiam atuar como voluntárias para ajudar outros idosos a usar celulares, aplicativos e serviços públicos online, além de orientar sobre segurança digital e prevenção de golpes eletrônicos. A proposta também cria a Rede Nacional de Embaixadores, que reuniria idosos capacitados e instituições parceiras, como universidades e centros de convivência. Pela proposta, a União (o governo federal) poderia apoiar cursos de formação e laboratórios de inovação para idosos, e municípios poderiam receber um selo de reconhecimento (uma certificação) por ações de inclusão digital. Segundo o autor, a ideia é tratar a pessoa idosa como agente de transformação social, e não apenas como alguém que precisa de proteção.
O que muda na prática
- Pessoas com 60 anos ou mais podem atuar como voluntárias para ensinar outros idosos a usar tecnologias e a se proteger de golpes.
- Fica criada a Rede Nacional de Embaixadores Digitais, que pode reunir idosos capacitados, universidades, institutos federais e escolas técnicas.
- A União poderia apoiar cursos de formação e laboratórios de inovação voltados a idosos.
- Municípios que fizerem ações de inclusão digital para idosos poderão receber o Selo Município Amigo da Longevidade Digital.