O que a proposta faz
O projeto cria a Política Nacional de Reabilitação Pós-AVC (Acidente Vascular Cerebral) e Pós-Trauma, voltada a municípios que não têm especialistas em reabilitação. Hoje, segundo a justificativa do autor, muitos pacientes voltam para casa após a alta hospitalar sem acompanhamento estruturado, o que pode levar à perda de funcionalidade e a novas internações. A proposta organiza um modelo híbrido, com visitas presenciais periódicas de equipes que se deslocam até a cidade, acompanhamento remoto por profissionais de referência e execução local pela atenção básica (a porta de entrada do SUS, Sistema Único de Saúde). Também prevê protocolos simplificados para que equipes não especializadas possam aplicar a reabilitação. Segundo o autor, a medida leva conhecimento especializado a regiões isoladas, como as da Amazônia.
O que muda na prática
- Cria uma política nacional de reabilitação para pacientes pós-AVC e pós-trauma em municípios sem especialista.
- Organiza o atendimento em um modelo misto, com visitas de equipes itinerantes, acompanhamento à distância e atendimento local.
- Cria protocolos simplificados de reabilitação, padronizados em todo o país, que podem ser aplicados por profissionais da atenção básica após capacitação obrigatória.
- Cria o MRAT (Mecanismo de Reabilitação Assistida Territorial), que prioriza a reabilitação perto de casa para reduzir deslocamentos e internações evitáveis.