O que a proposta faz
O projeto quer que profissionais de Administração ocupem cargos com o título de Administrador quando as atividades que exercem forem típicas da profissão, no setor público ou privado. Segundo o autor, hoje é comum usar nomes genéricos, como analista, consultor, especialista ou coordenador, para funções que exigem formação em Administração. Pelo texto, o que vale é o que a pessoa efetivamente faz, e não o nome do cargo. Quem exerce essas atividades, com qualquer nome de cargo, passaria a ser considerado parte da categoria representada pelos sindicatos dos Administradores (entidades que defendem os interesses dos trabalhadores da área) na sua região. O projeto diz não mexer na lei de 1965 que regulamenta a profissão nem nas funções do Conselho Federal e dos Conselhos Regionais de Administração (CFA e CRAs, que registram e fiscalizam a profissão).
O que muda na prática
- Profissionais de Administração passam a dever ocupar cargos, empregos ou funções com o título de Administrador quando as atividades forem as da profissão.
- A natureza das atividades realizadas passa a valer mais do que o nome do cargo.
- Nomes como analista, consultor, especialista, coordenador ou gestor não impedem o reconhecimento como Administrador, se as atribuições forem da profissão.
- Quem faz atividades de Administração, com qualquer nome de cargo, passa a integrar a categoria dos sindicatos dos Administradores da sua base territorial.