O que a proposta faz
O projeto muda a forma como o vale-cultura (benefício que a empresa dá ao trabalhador para gastar com cultura, como ingressos e livros) é entregue ao beneficiado. Pela proposta, ele passaria a ser disponibilizado preferencialmente em cartão magnético com chip, com o valor expresso em dinheiro, na forma do regulamento. O vale impresso só seria aceito quando ficar comprovado que o cartão com chip é inviável. Além disso, o cartão teria de permitir o uso em compras pela internet. Segundo a autora, o benefício é pouco usado pelas empresas e os trabalhadores têm dificuldade para utilizá-lo, e a mudança busca facilitar esse uso.
O que muda na prática
- O vale-cultura deve ser entregue preferencialmente em cartão magnético com chip.
- O vale impresso só pode ser usado quando for comprovadamente inviável adotar o cartão com chip.
- O cartão passa a precisar permitir compras online, como a compra de ingressos e livros pela internet.
- O valor do vale fica expresso em dinheiro, na forma do regulamento.
Quem é afetado
- Trabalhadores que recebem o vale-cultura
- Empresas beneficiárias do vale-cultura
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