O que a proposta faz
O projeto cria uma disciplina obrigatória chamada Felicidade e Fraternidade, que deve ser oferecida em escolas e faculdades públicas e privadas do país. Ela começaria no ensino fundamental, seguiria no ensino médio e apareceria no ensino superior como disciplina introdutória de caráter formativo. O objetivo é desenvolver habilidades emocionais e sociais dos alunos, como empatia, solidariedade, autocontrole e resiliência (capacidade de lidar com dificuldades), além de prevenir problemas como bullying, ansiedade e depressão. As aulas usariam atividades práticas, como projetos em grupo, meditação, expressão artística e ações comunitárias. Segundo o autor, a medida busca um ensino que vá além do conteúdo escolar e promova saúde mental e convivência pacífica.
O que muda na prática
- Escolas de educação básica, do ensino fundamental ao médio, passam a ter a disciplina Felicidade e Fraternidade como obrigatória.
- Faculdades e universidades passam a oferecer a disciplina como introdução de caráter formativo.
- A Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB, a lei geral da educação) passa a incluir a Felicidade e Fraternidade, junto com o ensino de arte, como componente obrigatório da educação básica.
- Universidades passam a ter entre seus objetivos estimular empatia, solidariedade, fraternidade e cooperação.