O que a proposta faz
O projeto cria uma política nacional para a instalação de Centros de Referência voltados a estudantes com altas habilidades ou superdotação (pessoas com capacidade acima da média em uma ou mais áreas). Esses centros seriam unidades especializadas para identificar esses alunos e apoiá-los em todas as etapas da educação básica (educação infantil, ensino fundamental e ensino médio). Nos centros, haveria atividades mais avançadas, orientação profissional desde cedo e acesso a laboratórios, materiais e recursos digitais de ponta. Eles também apoiariam escolas e professores e promoveriam formação e pesquisas. Segundo o autor, hoje faltam espaços adequados, materiais específicos e equipes preparadas para esses estudantes, e os centros ajudariam a suprir essa falta. A política seria executada pela União, pelos estados, pelo Distrito Federal e pelos municípios, com despesas pagas pelos orçamentos que cada ente já possui.
O que muda na prática
- Passa a existir uma política nacional específica para Centros de Referência voltados a estudantes com altas habilidades ou superdotação.
- Os centros oferecem atividades mais avançadas, orientação profissional precoce e acesso a laboratórios, materiais e recursos digitais avançados.
- Os estudantes entram nos centros após avaliações pedagógicas, psicopedagógicas (ligadas ao aprendizado) e socioemocionais feitas pela rede de ensino.