O que a proposta faz
O projeto cria a Política Nacional de Esporte Inclusivo e Apoio às Famílias Atípicas, um conjunto de diretrizes para incentivar programas esportivos voltados a crianças e adolescentes com Transtorno do Espectro Autista (TEA) ou outras condições neurodivergentes, ou seja, pessoas cujo cérebro funciona de forma diferente do padrão considerado típico. Hoje, esse tipo de atividade depende de iniciativas pontuais, e o projeto busca dar uma base nacional para essas ações. A proposta prevê esporte adaptado, núcleos de esporte inclusivo e apoio psicológico e social às famílias. Segundo o autor, o esporte é uma ferramenta terapêutica e de desenvolvimento, e a política visa dar continuidade a experiências como o programa federal TEAtivo.
O que muda na prática
- Cria uma política nacional de incentivo ao esporte adaptado para crianças e adolescentes com TEA e outras neurodivergências.
- Estimula a criação e a expansão de núcleos de esporte inclusivo no âmbito federal.
- Prevê atividades esportivas adaptadas no período oposto ao das aulas e, se possível, aos sábados, integradas às escolas públicas.
- Cria uma Rede de Apoio às Famílias Atípicas, com orientação e suporte psicossocial aos responsáveis.