O que a proposta faz
O projeto obriga restaurantes e outros estabelecimentos de alimentação a mostrar o peso do prato já preparado (cozido, assado ou frito), e não apenas o peso do alimento cru. A regra vale para carnes, peixes, crustáceos (como camarão e caranguejo) e pescados, inclusive cortes nobres, quando o preço for definido pelo peso. Hoje, muitos locais cobram pelo peso in natura (peso do alimento cru, antes do cozimento), e o cliente só percebe a perda de água e gordura quando a comida chega à mesa. Pela proposta, o cardápio, a oferta e a nota fiscal precisariam trazer essa informação. Segundo o autor, a medida busca dar mais transparência ao consumidor e evitar que ele pague por uma quantidade de comida bem maior do que vai consumir.
O que muda na prática
- Restaurantes e locais parecidos devem informar o peso do prato já preparado no cardápio, na oferta e na nota fiscal, quando o preço for definido pelo peso.
- A informação pode ser o peso estimado ou o peso real do prato pronto.
- Fica proibido cobrar só pelo peso cru sem indicar, de forma clara e visível, quanto a porção rende depois do preparo.
- Na prática, cobrar pelo peso cru continua possível, desde que o rendimento final esteja claramente informado ao cliente.