O que a proposta faz
O projeto institui a Política Nacional da Universidade do Desenvolvimento Tecnológico do Brasil, um conjunto de diretrizes para o governo federal criar, ampliar ou fortalecer estruturas federais de ensino superior tecnológico, pesquisa aplicada e inovação. Ele não cria diretamente uma nova universidade federal, nem novos cargos ou despesas obrigatórias. O objetivo declarado é formar profissionais e desenvolver tecnologias estratégicas, reduzindo a dependência do país em relação a outros países. A proposta lista 27 áreas prioritárias, como inteligência artificial, semicondutores (chips usados em equipamentos eletrônicos), cibersegurança e minerais estratégicos. Também prevê que a sede fique preferencialmente na Região Norte, com expansão primeiro para os estados do Norte e depois para os do Nordeste. Segundo o autor, a concentração de centros de pesquisa nas regiões mais desenvolvidas aprofunda desigualdades e limita as oportunidades de jovens do Norte e do Nordeste.
O que muda na prática
- Cria uma política nacional com diretrizes para o governo federal montar uma estrutura federal de ensino superior tecnológico e pesquisa, sem criar uma universidade de forma automática.
- Dá prioridade à instalação da sede na Região Norte e à expansão para os estados do Norte e, depois, do Nordeste.
- Define 27 áreas prioritárias para cursos, laboratórios e pesquisas, como inteligência artificial, computação quântica, robótica, biotecnologia e energia nuclear para fins pacíficos.