O que a proposta faz
O projeto busca dificultar golpes e fraudes que usam foto de outra pessoa no perfil de aplicativos de mensagens instantâneas (programas de troca de mensagens pelo celular ou computador). Segundo o autor, fotos retiradas da internet podem ser usadas em perfis falsos para enganar pessoas, e a foto do perfil costuma ser o principal sinal usado para reconhecer alguém. Pelo texto, as empresas donas desses aplicativos (chamadas de provedores) teriam de oferecer um meio de checar se a foto corresponde ao dono da conta. Quando o usuário quiser usar a imagem de uma pessoa, o aplicativo faria uma verificação facial (comparação automática do rosto) com a captura do próprio rosto do titular, feita na hora e de forma voluntária. Fotos sem pessoas, como logotipos, animais, paisagens e produtos, podem continuar sendo usadas normalmente.
O que muda na prática
- Os aplicativos de mensagens passam a ter de oferecer um mecanismo para checar se a foto de perfil corresponde ao dono da conta.
- Ao colocar a foto de uma pessoa no perfil, o titular precisa fazer uma captura do próprio rosto, na hora e de forma voluntária, para comparação automática.
- Se a foto não for confirmada, o usuário é avisado de forma clara, sem exposição pública de seus dados biométricos (características do corpo usadas para identificar, como o rosto).
- Fotos sem pessoas, como logotipos, animais, paisagens e produtos, ficam fora dessa verificação.