O que a proposta faz
O projeto determina que o SUS (Sistema Único de Saúde, o sistema público de saúde do país) organize rotinas para oferecer às mulheres uma avaliação médica completa, com exames de rotina e de triagem (exames que buscam sinais de doenças antes de aparecerem sintomas). Essa avaliação deve levar em conta fatores como idade, raça e etnia, deficiência, condição socioeconômica, local de moradia e dados epidemiológicos (estatísticas sobre doenças na população). Pelo texto, toda mulher tem direito de fazer essa avaliação em serviços públicos de saúde pelo menos uma vez por ano. O projeto também prevê campanhas do poder público para conscientizar as mulheres sobre a prevenção de doenças, com palestras, orientações e exames.
O que muda na prática
- Toda mulher passa a ter direito a uma avaliação médica completa em serviços públicos de saúde pelo menos uma vez por ano.
- O SUS deve criar rotinas para oferecer essa avaliação, seguindo protocolos (roteiros oficiais de atendimento) e diretrizes de tratamento já existentes.
- As campanhas passam a incluir palestras sobre atividades físicas, orientação nutricional e orientação sobre saúde mental.
- As campanhas passam a incluir exames de triagem para detectar cedo a pressão alta, o diabetes e as dislipidemias (alterações de colesterol e gorduras no sangue).
- Também há orientação sobre a atualização do calendário de vacinação e capacitação contínua dos profissionais do SUS.