O que a proposta faz
O projeto institui uma campanha para incentivar avaliações completas e periódicas da saúde da mulher feitas por profissional de saúde, além de conscientizar a população sobre a importância da prevenção de doenças. Essas avaliações deveriam acontecer, de preferência, uma vez por ano, no mês do aniversário da paciente, respeitando protocolos e diretrizes de tratamento (regras técnicas que orientam médicos e outros profissionais). Nas campanhas, o Poder Público (governos e órgãos públicos) deveria priorizar palestras sobre atividade física, medição da pressão arterial, orientação nutricional e exames preventivos. Os profissionais de saúde deveriam pedir os exames diagnósticos adequados a cada paciente, em serviços públicos ou privados; se o SUS (Sistema Único de Saúde) não oferecer esses exames, o governo teria de contratá-los de empresas e entidades privadas, seguindo a Lei Orgânica da Saúde. Segundo a autora, o câncer de mama e as doenças do aparelho circulatório são as principais causas de morte entre mulheres no Brasil, e por isso seria preciso atendimento qualificado e avaliações periódicas para prevenir, diagnosticar cedo ou tratar a tempo.
O que muda na prática
- Fica instituída uma campanha para avaliação completa e periódica da saúde da mulher por profissional de saúde.
- As avaliações passam a ser preferencialmente anuais, realizadas no mês do aniversário da paciente.
- As campanhas de prevenção devem priorizar palestras sobre atividade física, aferição da pressão arterial, orientação nutricional e exames preventivos.
- Profissionais de saúde de serviços públicos ou privados devem solicitar os exames diagnósticos adequados a cada paciente.