O que a proposta faz
O projeto quer declarar o folclorista Luís da Câmara Cascudo como Patrono do Folclore Nacional, ou seja, a figura de referência e inspiração dessa área de estudo (patrono é um título dado por lei a alguém que representa um ramo do conhecimento, das artes, das letras ou da ciência). Cascudo, nascido no Rio Grande do Norte em 1898 e morto em 1986, foi folclorista, professor, historiador e jornalista. Ele é autor do Dicionário do Folclore Brasileiro, publicado em 1954, e de mais de 170 títulos sobre cultura popular, história e etnografia (estudo dos costumes e modos de vida dos povos). Segundo o autor, a homenagem reconhece a importância dessa obra para a compreensão da cultura popular brasileira.
O que muda na prática
- Luís da Câmara Cascudo passa a ser declarado oficialmente Patrono do Folclore Nacional.
- A escolha segue a lei de 2011 que define os critérios para patronos, exigindo que a pessoa tenha morrido há pelo menos dez anos e se destacado por contribuição excepcional à área.
Quem é afetado
- Pesquisadores e estudiosos do folclore
- Entidades ligadas à cultura popular
- Pessoas interessadas em cultura popular
Texto gerado por inteligência artificial a partir do documento oficial. Pode conter erros ou omissões — o texto que vale é o do PDF.